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10 de dezembro de 2009

Fotos e vídeo da mostra


Fotos:



Vídeo:


Até a próxima parada!!!!!

3 de dezembro de 2009

Apresentação flauta, cantata, bumba meu boi!


Os meninos do CIART, tocaram Asa Branca na flauta, que bonitinho!!!
Agradecemos a profª Jaqueline de Língua Portuguesa, que deu a ideia e incentivou a apresentação dos alunos.


Paulo Tarso e Osmar

Esta turminha de alunos surdos, da professora Maristela, fizeram uma Cantata em Língua de sinais da música "Eu só quero um xodó", lindo, lindo!


5º ano Educação de Surdos

Este é o trabalho da professora Diva de educação Artística, que preparou a apresentação: "A Verdadeira História do Bumba meu Boi", este lindo boi foi construído com material reciclado.
Valeu Diva!


Turma 604
Eita galerinha da boa hein!!!!! Valeu anjinhos!!

Apresentação Patativa e Luiz Gonzaga


Olhe só quem apareceu por aqui, um passarinho espalhando poesia e alegria,
ele mesmo Patativa do Assaré.
Leia o cordelzinho que ele recitou.


Juan 502

Patativa do Assaré

Antônio Gonçalves da Silva eu sou
Me chamam Pativa do Assaré
Filho do Ceará na Serra de Santana
Santana do Assaré

Cego de um olho aos 9 anos
Aos 8 perdi meu pai
Estudei 4 meses apenas
Troquei uma ovelha por uma viola aos 16

Minha criação soava pelo mundo
Como o canto do Patativa
Minha fama se espalhou
E encantou belinha meu grande amor

Minhas poesias brotavam da terra
Enquanto arava o roçado
Sob o sol surgia inspiração
Para cantar o meu sertão.

Cristiane Dantas

E trouxe com ele seu grande amigo Luiz gonzaga, mas esta festa está super arretada.


Weverton – 501

Morreu o rei do baião: Luiz Gonzaga

Às cinco e vinte minutos
do dia dois de agosto
a morte mais uma vez
deixou seu macabro posto
e matou Luiz Gonzaga
nos dando imenso desgosto

O cantor de “Asa Branca”,
“Assum Preto”, “Juazeiro”
e outros imortais clássicos
famosos no mundo inteiro
tinha alma nordestina
e o coração brasileiro

Com Luiz Gonzaga, o norte
ganhou outra dimensão,
mostrou o nordeste ao mundo
através de seu baião,
terminou nordestinando
a nossa grande Nação.

Asa Branca é uma música
de sentimento tão fino,
ligada de tal maneira
ao coração nordestino
que já foi eternizada
como um verdadeiro hino.

Gonçalo Ferreira da Silva

Mostra de Trabalhos - Estação Sertões


No dia 10 de novembro de 2009, organizamos nossa Mostra de Trabalhos, da Estação Sertões.

Abertura:

Nos meses de Julho, Agosto e Setembro fizemos uma viagem pelo sertão brasileiro e tivemos momentos arretados em nossa sala de leitura.
Nesta viagem trouxemos uma mala recheadinha de cultura.
Vixe, que foi uma delícia voar nas asas de um passarinho e cantarolar os versos de cordel com Patativa, cantar o sertão com Luiz Gonzaga e Dominguinhos.
Mas que boniteza o artesanato de Mestre Vitalino, brincar de adivinhar e ouvir os contos tradicionais com um sotaque que só os nordestinos tem.
Ficamos foi abestados com o tempero e os festejos nordestinos: macaxeira derretendo na boca, boi bumba, festa junina...eita meu Jesus Cristinho que é muita coisa da boa visse!
Agora ocês vão viajar nesta deliciosa aventura e curtir um pouquinho da cultura deste povo arretado.
Oxente! Se imbora começar logo que os bichinhos já estão aperriados por demais.

Apresentações:

Teatro: "História de Trancoso", Joel Rufino dos Santos. Adaptação Miriam Alves.

Literatura de Cordel sobre: "Patativa do Assaré" e "Luiz Gonzaga"

Flauta: música "Asa Branca", Luiz Gonzaga.

Cantata com alunos surdos: música "Eu só quero um xodó", Dominguinhos.

Festejo: "A Verdadeira História do Bumba meu Boi".

Assista ao vídeo do teatro "História de Trancoso" em:

http://www.youtube.com/watch?v=9GXUH8tnuWI

ou na Guia Vídeos da Escola.

3 de novembro de 2009

Nas Asas de Patativa!!!


Olá galerinha,

Estamos de volta com mais uma atividade.

Estudamos com os alunos a vida e a obra do nosso poeta Patativa do Assaré. Utilizamos o livro de Fabiano dos Santos, "Patativa do Assaré: O Poeta Passarinho" e também passamos um vídeo sobre a vida de Patativa: http://www.youtube.com/watch?v=enORYAB5DMM.

Nossa proposta com os alunos foi que criassem um pequeno cordelzinho, apenas uma estrofe, se comparando com algum objeto, animal, fenômeno natural...assim como os versos de "Antônio" foram comparados a boniteza do canto de Patativa.

Seguem algumas produções. Para visualizar melhor clique na imagem!








16 de outubro de 2009

Bingo!!!!!


Oxente minha gente,

Fizemos uma brincadeira muito da boa com a molecada, foi uma zoeira,
uma peia, mas ficou foi arretada.

É isso mesmo, brincamos de Bingo com as expressões e palavras usadas no nordeste. Na cartela os alunos tinham a palavra e nós ditávamos os significados dando algumas dicas para ajudar.
Quem preenchia a cartela toda gritava: BINGO! Foi uma diversão!

Nossa fonte de pesquisa para montar a atividade foram os sites:

18 de setembro de 2009

O surfista e o sertanejo!


Vixe que este encontro é arretado!
Ricardo Dreguer revela nesta deliciosa narrativa, as aventuras de Beto, um carioca apaixonado pelo mar e pelo surfe, que por circunstâncias alheias a sua vontade precisa se mudar para o sertão de Pernambuco.
De início Beto fica triste e arrasado, mas quando chega no sertão vive diversas aventuras ao lado do amigo João, um pernambucano que nunca viu o mar.
Beto então fica apaixonado pelo sertão e de "surfista" passa a ser um verdadeiro "sertanejo".
A molecada se encantou com as descobertas reveladas sobre o Sertão na leitura do livro, foi uma viagem da boa!!!

No final da história, Beto vem passar as férias no Rio de Janeiro e traz o João para conhecer o mar e a "Cidade Maravilhosa". O autor propõe que os leitores continuem a história, mas nós propomos que os alunos se colocassem no lugar do João e escrevessem uma carta para sua mãe que ficou em Pernambuco, contando as aventuras e descobertas de suas férias no Rio de Janeiro.
Avisamos aos alunos que iríamos escolher as cartas mais criativas de cada turma para enviar ao autor, pelo site da editora moderna.
Já escolhemos e enviamos 18 cartas e outras ainda virão,
estamos agora aguardando um retorno do Dreguer.
São muitas cartas para poder divulgar no nosso espaço virtual, então decidimos escolher duas entre as 18 já selecionadas para compartilhar com vcs, quem tiver interesse em ler as outras deixe um contato nos comentários que enviaremos por e-mail.

Rio de Janeiro, 27 de agosto de 2009.

Querida mainha,

Não sei nem se nessa carta que eu tô escrevendo vai dá prá contá pra ocê tudo o que os meus óio viram aqui no Rio.
A viagem foi é dá boa, viemos tudo num avião. Ele era tão grande e parece até um pássaro gigante de ferro. Calma, quando ele ta lá em cima é leve como uma pena.
A primeira coisa que o Beto mostrô pra eu foi é o mar. Vixê que coisa mais linda! É tão grande. É como se fosse um dos nossos riozinhos aí, só que mil vezes maior.
Aqui é muito difícil de vê os bichos. Só dá pra vê mais gato e cachorro. Os bichos ficam tudo dentro de jaulas. Ah! O nome desse lugar é Zoológico.
O Beto apresento uns amigos dele pra eu. Só que não foi venta com venta, foi trocando mensagens pelo tal de ORKUT. Mainha, aí é que ferrô! Eles escrevem tudo estranho e falam estranho também. Ah, tudo isso pelo computador.
As comidas deles são gostosas, mas eu prefiro mermo é o meu milho na fogueira. Aqui no Rio de Janeiro não tem. Oxente!
Estou me divertindo muito, fazendo novos amigos, conhecendo muitos lugares. Eu fui no Maracanã, no Cristo Redentor, Pão- de –Açúcar. Não é de cume não, é uma linda montanha. Quando eu chegar aí te conto tudo com detalhes. Estou com saudades.

Bejô mainha e bejô pro painho tbm!

João
P.S: “Tbm” é “também”. Acho que to pegando a mania carioca. Volto em breve.

Taimara Cabral. Turma: 906

Rio de Janeiro, 28 de agosto de 2009.

Mainha,
Nossa senhora! Mainha, aqui é tudo muito lindo! Tem uma estátua muito grande que dá pra ver de todo canto, os cariocas chamam de Cristo Redentor.
Em um lugar do Rio tem uma montanha enorme que chamam de Pão de Açúcar. Será que é uma montanha feita de pão e confeitada com açúcar? Se não, porque colocaram esse nome? Eu hein!
Mainha, as palavras que eles usam são muito estranhas, parece até que falam outra língua!
Eu também conheci um tal de shopping. Que nome estranho! Dentro desse negócio tem um cinema. A televisão é grandona. A gente coloca um óculos e vê o filme saindo de dentro da tela. É arretado!
Pela primeira vez eu vi o mar. Beto me chamou para entrar no mar e eu fui, mas fui tremendo de medo. Depois, eu comecei a gostar e vi que mar é o meu amigo.
Eu surfei, mainha, você sabe o que é surfar? Eu sei. É subir em cima de um troço parecido com uma folha gigante, mas dura e ficar deslizando nas ondas do mar.
Eu comi várias comidas diferentes, hambúrguer, misto – quente e outras coisas danadas de gostosas.

Mainha, vou ficando por aqui, porque ainda tenho muita coisa para aproveitar.
Cheiro, João.
Emanuelle, turma 704

Para saber mais sobre o livro:

Inté, um cheiro pra ocês!!!!

27 de agosto de 2009

Adivinha o que é!!!!




Quem já brincou de adivinha?
O que é? O que é?
Pois é, o autor César Obeid em seu livro: “Minhas rimas de Cordel, brinca com a cultura popular em versos de cordéis com adivinhas, ditados populares, crendices, supertições....

Segue uma adivinha pra ocês! Esta rima é arretada!!

"Quero ver vocês quebrarem
Da charada o caroço
Se preciso até façam
Escarcéu e alvoroço
Tem a boca na barriga
E a corda no pescoço?

Pelo visto ninguém sabe
Pois não escutei refrão
Tem a boca na barriga
Essa é a situação
E a corda no pescoço
Digo que é o violão."
César Obeid

Aproveitando os textos criativos e poéticos de César, desafiamos os alunos com as adivinhas, foi uma diversão da boa visse!
Descobrimos até alguns talentos com a proposta que fizemos.
Os alunos escreveram uma palavra em um papel e depois tiveram que criar uma adivinha em versos para que os colegas pudessem descobrir qual era a palavra.
Veja algumas produções:

"Vou mandar um cordel
Que é muito legalzinho
Ela te ajuda a cortar papel
Ou cartolina rapidinho.

Eu vou falar a resposta
Então vê se presta atenção
De quem eu to falando
É da tesoura meu irmão."

Joyce e Letícia 606

Ela tem de várias cores
Te ajuda na lição
Apaga os seus erros
E nunca te deixa na mão.
(borracha)

Gabriella, Helóá, Marlon e Igor
608
"Ele bate sem parar
Fica dentro do seu corpo
Quando nos apaixonamos
Ele bate muito forte
Ele só para de bater
Quando chega a nossa morte."
(coração)

Esses danadinhos criativos esqueceram de assinar a produção!

"Corta madeira, mas não é serra elétrica
Esculpe madeira, mas não é escultor
Aponta lápis, mas não é apontador
De quem eu to falando? É do castor."

Igor, Thales, Gabriel, Natã
806
"Me faz suar, me faz tremer
Faz meu coração bater mais forte
Quando vejo você
É uma coisa que sentimos
Sem saber o porquê"
(amor)

Fábia, Débora e Luana
806

Quer conhecer um pouco mais as obras deste autor???

20 de agosto de 2009

A triste partida...


Olá pessoal,
Dando continuidade ao trabalho com literatura de cordel, passamos para os alunos o videoclipe "A Triste Partida" , que é uma animação feita com o poema de Patativa do Assaré e interpretada por Luiz Gonzaga e Gonzaguinha.

Para conferir o vídeo clique:
http://www.youtube.com/watch?v=0s4BbHxpUKY.
Em seguida discutimos sobre o sertão do Nordeste, os fatores que levam as pessoas a se retirarem de sua terra natal para a cidade grande e os prós e contras desta situação.

Como atividade sugerimos que os alunos retirassem de jornais uma reportagem e/ou imagem e criassem uma estrofe de cordel para representar os mesmos.
Escolhemos algumas produções para digitalizar e compartilhar com vocês.

Clique nas imagens para ampliá-las:



Valeu galerinha esperta!!!

13 de agosto de 2009

Folhetos de Cordel!


Olá galerinha,

No começo de julho começamos o trabalho com a Estação Sertões, como já relatamos, adquirimos 30 folhetos de literatura de cordel de Gonçalo Ferreira e nossa proposta foi que neste momento os alunos tivessem contato com este gênero textual para que pudéssemos mais tarde nos aprofundar neste tipo de literatura.

Os alunos puderam escolher o cordel, leram e depois abrimos uma roda de debates sobre este tipo de literatura, observando questões como temas, forma da narrativa, a forma da escrita, a disposição do texto, ritmo, rimas e muito mais.

Alguns alunos acharam uma leitura difícil, por conter termos regionais ou não mais usados atualmente.

Outros gostaram da musicalidade que esta literatura sugere, observaram também que alguns cordéis eram diálogos onde as personagens se confrontavam, ou seja, uma espécie de "desafio”, disseram eles.

Tinham alguns textos que eram clássicos da literatura recontados em forma de cordel, o que deixou a “história mais divertida”. E não podemos esquecer dos temas sociais trazidos também nas rimas de cordel.

Foi um encontro com uma literatura diferente, que a maioria dos alunos ainda não conheciam.

Academia Brasileira de Literatura de Cordel


Olá pessoal,

No dia 19/05/2009, participamos da oficina “Estação Sertões”, oferecida pela Equipe de Leitura da SME, neste dia tivemos o prazer de conhecer um pouco mais sobre a Literatura de Cordel ouvindo o cordelista Gonçalo Ferreira da Silva, presidente da Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC).

Este é o Gonçalo:

É isso mesmo! Temos uma Academia de Cordel aqui no Rio de Janeiro, é a nossa cultura viva pertinho de nós. Esta academia foi fundada em 7 de setembro de 1988, e deste sua fundação vem crescendo e hoje já conta com um acervo de mais de 13 mil títulos.
Se você quiser conhecer um pouco mais visite:
www.ablc.com.br.

No dia da oficina adquirimos 30 folhetos de Cordel de autoria de Gonçalo, tamanha era a riqueza e variedade de temas para escolher.
De Lampião e Maria Bonita, passando por ficções como João Grilo e Chicó em o Auto da Compadecida, até as polêmicas atuais como Camelôs, Funk, Religião e Política. Tudo embalado pelo gostoso ritmo e rimas de Cordel.
Nossos alunos irão se divertir nesta deliciosa leitura!

10 de agosto de 2009

Estação Sertões!




Viajando na Leitura e na Escrita
Estação Sertões

Nos meses de julho, agosto e setembro de 2009 estaremos viajando pelo sertão brasileiro e teremos momentos arretados em nossa sala de leitura.
O contato com o universo cultural: sua história, conquistas, formação dos povos que constituem o nosso país, oferece uma estratégia que aponta para a valorização e respeito as diferentes expressões culturais.
Desenvolver valores e atitudes na formação de novos comportamentos e vínculos contribuiu para a superação da discriminação, por uma sociedade mais justa e fraterna.
A história dos sertões do Brasil é marcada muitas vezes, por uma trajetória de sofrimento, fome, pobreza, seca, mas sabemos que a nossa cultura é formada por influência da dança, religião, literatura, música, comida, artesanato, celebrações, oralidade e tradição deste povo.
Nossa proposta visa resgatar e aproveitar a riqueza da cultura popular sertaneja, permitindo que o aluno reconheça as qualidades da própria cultura, valorando-as e enriquecendo a vivência de cidadania.
Adivinhas, provérbios, ditados populares, músicas, literatura de cordel, contos da tradição oral, artesanato e outras manifestações farão parte da vivência dos alunos nesta proposta educacional que objetiva uma viagem pela diversidade Sertaneja, utilizando várias linguagens para expressar com imaginação e criatividade esta cultura.

2 de julho de 2009

Vem aí!!!!!


Olá pessoal,
Em breve Estação Sertões!!
Uma paradinha no Sertão para descarregar as malas e conhecer a cultura deste povo.

Viajaremos em cordéis, contos, tradição popular, música, dança...vixe vai ser uma temporada da boa!!

Fique de olho!!!!
 

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