10 de dezembro de 2009
3 de dezembro de 2009
Apresentação flauta, cantata, bumba meu boi!
Agradecemos a profª Jaqueline de Língua Portuguesa, que deu a ideia e incentivou a apresentação dos alunos.
Apresentação Patativa e Luiz Gonzaga
Patativa do Assaré
Antônio Gonçalves da Silva eu sou
Me chamam Pativa do Assaré
Filho do Ceará na Serra de Santana
Santana do Assaré
Cego de um olho aos 9 anos
Aos 8 perdi meu pai
Estudei 4 meses apenas
Troquei uma ovelha por uma viola aos 16
Minha criação soava pelo mundo
Como o canto do Patativa
Minha fama se espalhou
E encantou belinha meu grande amor
Minhas poesias brotavam da terra
Enquanto arava o roçado
Sob o sol surgia inspiração
Para cantar o meu sertão.
Cristiane Dantas
E trouxe com ele seu grande amigo Luiz gonzaga, mas esta festa está super arretada.
Às cinco e vinte minutos
do dia dois de agosto
a morte mais uma vez
deixou seu macabro posto
e matou Luiz Gonzaga
nos dando imenso desgosto
O cantor de “Asa Branca”,
“Assum Preto”, “Juazeiro”
e outros imortais clássicos
famosos no mundo inteiro
tinha alma nordestina
e o coração brasileiro
Com Luiz Gonzaga, o norte
ganhou outra dimensão,
mostrou o nordeste ao mundo
através de seu baião,
terminou nordestinando
a nossa grande Nação.
Asa Branca é uma música
de sentimento tão fino,
ligada de tal maneira
ao coração nordestino
que já foi eternizada
como um verdadeiro hino.
Mostra de Trabalhos - Estação Sertões
No dia 10 de novembro de 2009, organizamos nossa Mostra de Trabalhos, da Estação Sertões.
Abertura:
Nos meses de Julho, Agosto e Setembro fizemos uma viagem pelo sertão brasileiro e tivemos momentos arretados em nossa sala de leitura.
Nesta viagem trouxemos uma mala recheadinha de cultura.
Vixe, que foi uma delícia voar nas asas de um passarinho e cantarolar os versos de cordel com Patativa, cantar o sertão com Luiz Gonzaga e Dominguinhos.
Mas que boniteza o artesanato de Mestre Vitalino, brincar de adivinhar e ouvir os contos tradicionais com um sotaque que só os nordestinos tem.
Ficamos foi abestados com o tempero e os festejos nordestinos: macaxeira derretendo na boca, boi bumba, festa junina...eita meu Jesus Cristinho que é muita coisa da boa visse!
Agora ocês vão viajar nesta deliciosa aventura e curtir um pouquinho da cultura deste povo arretado.
Oxente! Se imbora começar logo que os bichinhos já estão aperriados por demais.
Apresentações:
Teatro: "História de Trancoso", Joel Rufino dos Santos. Adaptação Miriam Alves.
Literatura de Cordel sobre: "Patativa do Assaré" e "Luiz Gonzaga"
Flauta: música "Asa Branca", Luiz Gonzaga.
Cantata com alunos surdos: música "Eu só quero um xodó", Dominguinhos.
Festejo: "A Verdadeira História do Bumba meu Boi".
Assista ao vídeo do teatro "História de Trancoso" em:
http://www.youtube.com/watch?v=9GXUH8tnuWI
ou na Guia Vídeos da Escola.
3 de novembro de 2009
Nas Asas de Patativa!!!
16 de outubro de 2009
Bingo!!!!!
Fizemos uma brincadeira muito da boa com a molecada, foi uma zoeira,
É isso mesmo, brincamos de Bingo com as expressões e palavras usadas no nordeste. Na cartela os alunos tinham a palavra e nós ditávamos os significados dando algumas dicas para ajudar.
Nossa fonte de pesquisa para montar a atividade foram os sites:
18 de setembro de 2009
O surfista e o sertanejo!
Ricardo Dreguer revela nesta deliciosa narrativa, as aventuras de Beto, um carioca apaixonado pelo mar e pelo surfe, que por circunstâncias alheias a sua vontade precisa se mudar para o sertão de Pernambuco.
Querida mainha,
Não sei nem se nessa carta que eu tô escrevendo vai dá prá contá pra ocê tudo o que os meus óio viram aqui no Rio.
Bejô mainha e bejô pro painho tbm!
João
Taimara Cabral. Turma: 906
Mainha,
Mainha, as palavras que eles usam são muito estranhas, parece até que falam outra língua!
Mainha, vou ficando por aqui, porque ainda tenho muita coisa para aproveitar.
27 de agosto de 2009
Adivinha o que é!!!!

Quem já brincou de adivinha?
O que é? O que é?
Pois é, o autor César Obeid em seu livro: “Minhas rimas de Cordel”, brinca com a cultura popular em versos de cordéis com adivinhas, ditados populares, crendices, supertições....
Segue uma adivinha pra ocês! Esta rima é arretada!!
Que é muito legalzinho
Ela te ajuda a cortar papel
Ou cartolina rapidinho.
Eu vou falar a resposta
Então vê se presta atenção
De quem eu to falando
É da tesoura meu irmão."
Joyce e Letícia 606
Gabriella, Helóá, Marlon e Igor
Fica dentro do seu corpo
Quando nos apaixonamos
Ele bate muito forte
Ele só para de bater
Quando chega a nossa morte."
Esses danadinhos criativos esqueceram de assinar a produção!
"Corta madeira, mas não é serra elétrica
Esculpe madeira, mas não é escultor
Aponta lápis, mas não é apontador
De quem eu to falando? É do castor."
Igor, Thales, Gabriel, Natã
20 de agosto de 2009
A triste partida...
Dando continuidade ao trabalho com literatura de cordel, passamos para os alunos o videoclipe "A Triste Partida" , que é uma animação feita com o poema de Patativa do Assaré e interpretada por Luiz Gonzaga e Gonzaguinha.
Para conferir o vídeo clique: http://www.youtube.com/watch?v=0s4BbHxpUKY.
Em seguida discutimos sobre o sertão do Nordeste, os fatores que levam as pessoas a se retirarem de sua terra natal para a cidade grande e os prós e contras desta situação.
Como atividade sugerimos que os alunos retirassem de jornais uma reportagem e/ou imagem e criassem uma estrofe de cordel para representar os mesmos.
Escolhemos algumas produções para digitalizar e compartilhar com vocês.
13 de agosto de 2009
Folhetos de Cordel!
No começo de julho começamos o trabalho com a Estação Sertões, como já relatamos, adquirimos 30 folhetos de literatura de cordel de Gonçalo Ferreira e nossa proposta foi que neste momento os alunos tivessem contato com este gênero textual para que pudéssemos mais tarde nos aprofundar neste tipo de literatura.
Os alunos puderam escolher o cordel, leram e depois abrimos uma roda de debates sobre este tipo de literatura, observando questões como temas, forma da narrativa, a forma da escrita, a disposição do texto, ritmo, rimas e muito mais.
Alguns alunos acharam uma leitura difícil, por conter termos regionais ou não mais usados atualmente.
Outros gostaram da musicalidade que esta literatura sugere, observaram também que alguns cordéis eram diálogos onde as personagens se confrontavam, ou seja, uma espécie de "desafio”, disseram eles.
Tinham alguns textos que eram clássicos da literatura recontados em forma de cordel, o que deixou a “história mais divertida”. E não podemos esquecer dos temas sociais trazidos também nas rimas de cordel.
Academia Brasileira de Literatura de Cordel
Olá pessoal,
No dia 19/05/2009, participamos da oficina “Estação Sertões”, oferecida pela Equipe de Leitura da SME, neste dia tivemos o prazer de conhecer um pouco mais sobre a Literatura de Cordel ouvindo o cordelista Gonçalo Ferreira da Silva, presidente da Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC).
Este é o Gonçalo:
É isso mesmo! Temos uma Academia de Cordel aqui no Rio de Janeiro, é a nossa cultura viva pertinho de nós. Esta academia foi fundada em 7 de setembro de 1988, e deste sua fundação vem crescendo e hoje já conta com um acervo de mais de 13 mil títulos.
Se você quiser conhecer um pouco mais visite: www.ablc.com.br.
No dia da oficina adquirimos 30 folhetos de Cordel de autoria de Gonçalo, tamanha era a riqueza e variedade de temas para escolher.
De Lampião e Maria Bonita, passando por ficções como João Grilo e Chicó em o Auto da Compadecida, até as polêmicas atuais como Camelôs, Funk, Religião e Política. Tudo embalado pelo gostoso ritmo e rimas de Cordel.
Nossos alunos irão se divertir nesta deliciosa leitura!
10 de agosto de 2009
Estação Sertões!
Viajando na Leitura e na Escrita
Estação Sertões
Nos meses de julho, agosto e setembro de 2009 estaremos viajando pelo sertão brasileiro e teremos momentos arretados em nossa sala de leitura.
O contato com o universo cultural: sua história, conquistas, formação dos povos que constituem o nosso país, oferece uma estratégia que aponta para a valorização e respeito as diferentes expressões culturais.
Desenvolver valores e atitudes na formação de novos comportamentos e vínculos contribuiu para a superação da discriminação, por uma sociedade mais justa e fraterna.
A história dos sertões do Brasil é marcada muitas vezes, por uma trajetória de sofrimento, fome, pobreza, seca, mas sabemos que a nossa cultura é formada por influência da dança, religião, literatura, música, comida, artesanato, celebrações, oralidade e tradição deste povo.
Nossa proposta visa resgatar e aproveitar a riqueza da cultura popular sertaneja, permitindo que o aluno reconheça as qualidades da própria cultura, valorando-as e enriquecendo a vivência de cidadania.
Adivinhas, provérbios, ditados populares, músicas, literatura de cordel, contos da tradição oral, artesanato e outras manifestações farão parte da vivência dos alunos nesta proposta educacional que objetiva uma viagem pela diversidade Sertaneja, utilizando várias linguagens para expressar com imaginação e criatividade esta cultura.


